Centro de Memória Gondwana

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  • O acervo do CMG se formou inicialmente dos materiais usados durante o projeto. O acervo do é formado por duas partes, sendo uma digital e outra física, ambas com sede no Laboratório do Gondwana. A parte digital do acervo é integrada ao Centro Digital de Geoprocessamento do Gondwana (CDGG). Fazem parte deste acervo os arquivos coletados na compilação bibliográfica: os mapas utilizados durante o processo de criação do mapa final; os artigos bases utilizados, os artigos produzidos dentro do projeto, e os dados coletados para montagem do mapa final. A parte física do acervo é composta por mapas originais doados, mapas impressos, utilizados durante o projeto, livros de referência na área, amostras de rochas, minerais, fósseis, minérios de todos os atuais continentes que compunham o Gondwana há 200 milhões de anos ficarão disponíveis para os públicos especializado e leigo conhecerem a história antiga do nosso território e sua evolução.
  • Dentre os vários projetos em desenvolvimento se destacam o de Acondicionamento e catalogação; aquisição de acervo e o projeto memória oral do Gondwana. Cujos focos são respectivamente: Ações que buscam facilitar o acesso dos pesquisadores ao material e sua preservação. Completar o acervo com espécimes relacionadas ao Gondwana através de doações e coletas de campo. Reunir não só a experiência dentro do projeto mas também outras informações interessantes e principalmente o conhecimento de diversos cientistas.
  • O Museu da Geodiversidade da UFRJ conta com uma vasta coleção de espécimes brasileiros de rochas, minerais e fósseis. O CMG terá um espaço destinado à exposição dos testemunhos da existência do Gondwana junto ao Instituto de Geociências da UFRJ, no Museu de Geodiversidade. Note na imagem a amostra surpreendente de ametista do sul do Brasil coletada na Formação Serra Geral, a grande província magmática formada pouco antes do início da formação da crosta do Oceano Atlântico Sul. No continente africano ocorre especialmente na Namíbia nas rochas vulcânicas de Ethendeka.
  • Em breve inauguração da exposição "Gondwana: a terra em movimento", no museu da geodiversidade no dia 14/03/2018.
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    http://www.gondwana.geologia.ufrj.br:8000